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[PROGRAMA] Entrevista com corvo 24/09/2014

Por Barlin#6260 24 Setembro 2014 - 23:04:33

Boa noite a todos!

Oferecimento Corvos de Efrim: Nós entregamos a sua mensagem.

Aqui quem fala é Noa D'Arca. São 22 horas e estou aqui, num canto isolado nas profundezas de Teixo-Pequerrucho em meio à suas densas florestas para mais uma ilustre entrevista.

Este é nosso QUARTO programa e estou aqui, na beira desse oceano, cercado por árvores e montanhas com ele, um Ocra certeiro. Amado por uns e odiado por outros, o líder da Empire e governador de Bonta... Vince Haiden!


Sim, dessa vez a equipe acabou sendo barrada logo na entrada de Bonta. Alguns estavam com o passaporte vencidos, e tive que me aventurar sozinho por essas terras.

Olá, governador Vince, que lugar inusitado esse…

  • Ah sim, gosto de ficar aqui… vista bonita.

De fato… podemos começar a nossa entrevista?

  • Sim, claro.

Como vai você?

  • Eu vou bem, de certa forma.

De certa forma? Aconteceu alguma coisa?

  • Um pouco cansado com todo o trabalho que tenho feito.

Compreendo. O que você tem achado da vida de governador?

  • Noa, sempre gostei da questão de gestão. Em outras vidas acho que mexia com isso, então não vejo muitos problemas em governar e gerenciar a guilda. Creio que nós, governadores, somos incompreendidos por alguns.

Como assim?

  • Acredito que falte maturidade de muitos da população para compreender como funciona o governo. É preciso investir em educação no momento. Muitos só querem saber de serem os mais fortes ou ficam pedindo kamas. Quando negamos, assumem que somos mal governadores por conta disso e que agradá-los seria nosso dever.

Entendo, eu costumo direcionar o caminho da Biblioteca para quem me pede essas coisas. hehehe

  • Eu também - indico diversas opções para aquela pessoa adquirir conhecimento para crescer por conta própria. É muito importante que eles aprendam a dar conta dos seus obstáculos por si mesmos. Mas, ainda assim, eu gosto do meu trabalho como governador - assim como aqueles que estão comigo também. Inclusive pretendo implementar mais informações no mural da Empire .

Interessante… bom, vamos para a próxima pergunta: O que te surpreendeu positivamente ao entrar no governo?

  • O que me surpreendeu é o fato de que no Governo é super importante a comunicação, no geral. Desde os mais fracos e pobres até os mais ricos e fortes, é algo muito bacana essa interação que surge com todos - inclusive de outras guildas. Muita gente me ajuda com o clima, ecossistema e afins - além dos membros do governo.

Assim que é bom. Se fosse para eu entrar no governo, seria para, acima de tudo, conseguir divulgar minhas informações de uma forma mais eficiente. Atualmente, dependo de cartazes na parte de recrutamento. Mas então, e os meios de comunicação do governo? Como funcionam?

  • É simples o funcionamento. Temos uma via de cartazes para a população (um chat limitado por mapas, amarelo, que apita ao mandar uma mensagem à população), e nossos pombos para nos comunicar entre si (chat do governo). Mas o sistema de governo me surpreendeu como um todo. Eu não sabia que teriamos tamanho controle sobre uma nação. É impressionante como podemos influenciar na mesma, e a comunicação acaba sendo o seu ponto chave.

Hmm... próxima pergunta: o que te surpreendeu negativamente ao entrar para o governo?

  • As pessoas.

Eita. Algo em específico nelas? rs

  • Eu realmente não esperava que as pessoas não compreenderiam o nosso árduo trabalho. Muita gente da nação mesmo não procura pesquisar as coisas. Muitos fazem as coisas sem ao menos saber como funcionam. Mais específico, citarei o exemplo deste mapa: as árvores são difíceis de encontrar nas regiões. As pessoas não pensam que outros precisam daquele recurso e simplesmente corta a arvore e não replanta - dificultando o nosso trabalho. Pensando nisso, eu fiz uma divisão interna dos membros do Governo.

  • Todos os membros do governo ajudam em todas as questões - independente se é Tesoureiro ou Ecologista - auxiliando as pessoas a plantarem as árvores corretas nas regiões específicas, facilitando o acesso de todos às mesmas (plantando árvores de acordo com o nível do mapa).

  • Mas basicamente, hoje lidamos com este tipo de problema - a falta de interesse das pessoas em saber como funcionam as coisas e a falta de colaboração dos mesmos. Claro, isto não é um problema isolado de Bonta. Mas como é uma nação mais desenvolvida em relação às outras, muitos usam ela como alvo.

  • O que já é difícil por conta dos Riktus também, que sempre aparecem aqui.

*Confere se o brasão da nacionalidade está bem escondido*

Sim, malditos Riktus. hehehe

  • Então acho isto negativo, ter que cuidar dos Riktus e da própria nação.

  • (Em relação ao ecosistema, em específico, você pode reparar em outra coisa também: as pessoas não respeitam os níveis dos mapas. Se você andar por este mapa, encontrará freixos, que são arvores do nível 0 -Sendo que o mapa é para 50+
  • Especificamente, as árvores plantadas neste mapa deveriam ser apenas superior ao nível 50 também. Fica muito complicado administrar. Preciso gerenciar as duas formas. Retirando a lei de “desobediência” para cortar as arvores de nível baixo e replantando com as de nível alto e/ou utilizar um personagem que está em Riktus para tirar as arvores sem restrição.)

Todos os membros do governo são da Empire?

  • Bom, não. Busquei diálogo com as principais guildas antes de entrar no governo - mais para conhecer o interesse deles sobre a nação e ver até que ponto eu poderia contar com eles, caso fosse eleito. Não para pedir votos, mas sim para simular se eu poderia ter a ajuda deles em casos de guerras etc. O Doca (da guilda Summoner’s Rift) era um dos candidatos. O segundo mais votado, isso na minha primeira vez. Conversei bastante com ele para saber o motivo dele estar se candidatando e, no fim, chegamos à uma conclusão: poderíamos trabalhar juntos dentro da nação.

  • Foi então que eu o nomeei (Doca) o general dos soldados, e firmei uma aliança com a Summoner’s Rift. Esta aliança será utilizada para o bem de Bonta em tempos de Guerras.

Aí sim. Costumo falar isso para os Corvos nos raros momentos de conflito: não há nada que não se resolva com uma boa conversa.

  • Exatamente. Assim como a Overdriver, que recentemente se fundiu à Empire. Assim como a Black Lotus, uma Guilda que possui bastante gente voltada à manutenção da ordem (PvP ou JcJ). A Sente o Drama é outra guilda que vem ajudando bastante. Enfim, em relação aos membros da Empire no Governo, é importante deixar uma coisa bem clara - sou uma pessoa muito imparcial, seja como líder de guilda, seja no meu trabalho, ou até mesmo no governo. Vim com o foco para ser o Governador, então várias pessoas dentro da minha guilda ofereceram ajuda - e todas passaram por avaliações, e verifiquei tudo durant meu tempo disponível, analisando um por um dos que tinham interesse em fazer parte do governo, para assim entrarem com suas devidas funções.

  • Afinal de contas, entende-se que para preencher um cargo no governo, a pessoa precisa dispor da confiança do governador. É compreensível se for pensar um pouco lá na época da monarquia de Allister, onde somente bons conselheiros eram selecionados e eram da confiança do rei.

  • Então, resumindo, as pessoas que coloquei no governo, que são da Empire, foram submetidas a testes. Se eu encontrar qualquer problema em relação à alguém, retiro imediatamente. Pode parecer ditador, mas não é, gosto das coisas organizadas, imparciais e sempre bem vistas.

Muito bom! É que eu estava pensando nisso quando você falou que separa as áreas de bonta pelos membros do governo. Será que não seria melhor distribuir essa função entre as guildas, talvez?

  • Bom, eu meio que já faço isso, pois conto com a ajuda de algumas pessoas (que geralmente tem o foco em profissões) dentro de outras guildas. Posso citar duas delas: Ladron (da guilda Sente o Drama) e o Acrox (da guilda Summoner’s Rift). São as duas pessoas que sempre estão me ajudando e, além deles, tenho as pessoas de minha confiança, sendo da minha guilda. Comunicação entre elas para a solução de algum problema é 100% precisa.

  • Usamos uns acessórios mágicos de fácil comunicação, conhecidos como TimsPik, organizando em grupos para facilitar ainda mais o contato. Fora isso, distribuímos cartazes no seita Feicibuk.

    [*](Teamspeak é o nome do programa que utilizam, que é funciona à base de VoIP que utilizam. Ele separa até mesmo salas para o governo, para sempre discutirem coisas relacionadas à ele. E sempre que possível, também procuram nas redes sociais para alguns avisos sobre a nação.)

Ah sim, cheguei a ver alguns deles no Feici buk .

  • O problema é que algumas pessoas os vê como brincadeira. Mas é a única forma que tenho de notificar boa parte da nação.

Outra questão que gostaria de levantar sobre o ecossistema: Muita gente costuma plantar nas profundezas das nações por serem regiões de pouco acesso e menos disputadas. Então, normalmente, quando me falam sobre a concorrência no plantio, eu indico as demais ilhas para plantarem - pois mal tem concorrencia nelas. Talvez sugerir isso para a população ajude a diminuir os danos em locais como esse, não?

  • Acho bastante importante isso - é algo que costumo fazer. Quando a pessoa não tem nível para ir para as ilhas específicas, eu indico mapas do nível do recurso que ela precisa. Até porque, aqui em Bonta, eu sempre peço ao governo para plantar recursos de acordo com a região. Inclusive nós mesmos estamos aprendendo muito sobre algumas profissões para melhor atender a este tipo de jogador.

Mas… será que precisa de muita experiência para pegar o ultimo barco da nação?

  • Em tempos como estes, que pessoas mal intencionadas gostam de atrapalhar o bom convívio dos jogadores, acho importante em ir para as ilhas com um nível superior às dificuldades nas profundezas da nação (no caso, level 55+). Infelizmente é uma coisa que tento combater juntamente com as guildas da Aliança de Bonta - a febre HutresHutres (os Hu3, jogadores cheio de descaso para/com a comunidade como um todo). Prefiro não citar nomes, mas infelizmente atrapalha bastante os iniciantes, por isso prefiro guiá-los aos mapas da nação com o nível específico do recurso.

Esses tempos escutei um boato de que o objetivo da Empire não estava só em Bonta, mas sim no server todo - até porque a pouco tempo atrás Brakmar era de vocês. O que você teria a dizer sobre esse boato?

  • Bom, não vou dizer que ele está totalmente errado, mas mal interpretado.

Como assim?

  • Sou uma pessoa com certo conhecimento em guildas, guerras, liderança e afins. Quando começo algo, começo analisando tudo friamente antes de tomar decisões. À principio, quando não pensava no governo, pensei em levar a Empire para o topo de Efrim, levando em consideração que este sempre é meu objetivo em tudo que faço. Mas percebi que não faz sentido algum você ter o controle das quatro nações. Portanto resolvi ser mais imparcial, focar em Bonta e firmar essa aliança com as outras guildas para um bem maior da nação.

Em relação à (atualização) intervenção divina, o que achou dela como um todo?

  • Creio que muita coisa esteja por vir ainda.

Mas dessa que veio, gostou? Algo em especial a declarar sobre ela?

  • Gostei muito de todas as intervenções - mesmo achando que o Deus Ocra tenha ficado para trás nos últimos tempos - e acredito que o Mundo dos Doze está sempre a melhorar. Os calabouços estão mais atraentes para os aventureiros. Os elementos estão mais fáceis de serem manipulados. Tudo isso é importante.

*Osamodas desconhecido sai do meio do mato*

[Osamodas]: Olá! Tava escutando a conversa… posso fazer uma pergunta?

  • Sim, claro.

[Adran]: Porque a guerra contra Brakmar?

  • Desde os tempos passados, Bonta e Brakmar foram inimigas. Sendo até mesmo identificadas como Bonta dos anjos e Brakmar dos demônios. Com a intervenção divina, apenas uma aliança pode ser firmada entre cada nação. Resolvi firmá-la com Amakna, pois ela sempre foi a mais pacífica dentre as demais. E não se envolveu em nenhum conflito com nenhuma nação.

[Adran]: Se bem que Amakna e Sufokia tão fracas demais…

  • Particularmente eu gosto do governo de lá (Amakna).

[Adran]: Amakna teve confusão esses tempos atrás, não?

  • Não, foi Sufokia. Acredito que Brakmar e Sufokia estejam fracas, no momento.

[Adran]: hummm...

  • Amakna esta bem estabelecida. O que falta em Brakmar e Sufokia, além de bons governadores, são guildas predominantes.

[Adran]: Sufokia ta osso. Fato.

  • Acredito que se houvessem guildas fortes, focadas em proteger e conquistar (PvP ou JcJ) nestas nações, muita coisa mudaria. É o que acontece com Bonta, por exemplo, e Riktus.

[Adran]: Eu entendo a sua posição. Também prefiro Amakna, de modo geral. Mas não sabia que só uma aliança podia ser formada.

  • Nós tínhamos o governo de Brakmar na ligado à Empire. Mas este resolveu se afastar da nação por abandono da própria população brakmariana. Me refiro ao antigo governador Galaco e Beexa.

[Adran]: Mas Bonta está em boas mãos!

  • E Amakna também. Be Ka é um cara que trabalha dando a importância necessária para sua nação, assim como eu. Levamos o governo a sério, e isto faz bastante diferença.

[Adran]: Confio em você. Na verdade, espero não morrer agora… mas nem daqui sou.


*Aponta o brasão de Brakmar por baixo da capa*

  • Sou da seguinte lógica: está com o seu brasão escondido (asa abaixada) é porque não quer brigas. Porém, se está com ele à mostra (asa aberta), significa que você quer provar algo a alguém, além da força e honra. Mas não sou do tipo de pessoa que sai agredindo qualquer um. A não ser que seja um fora da lei, ou esteja fazendo algo prejudicial à nação.

[Adran]: Obrigado. Vou lá terminar de cort-plantar algumas árvores. Até logo!

  • Adeus!

Té!

Bom, essa conversa me fez lembrar de outra coisa: Como estão as partes diplomáticas com as demais nações? Sei que com Amakna tem um bom contato, mas... e Brakmar e Sufokia? E os Riktus?

  • Estavamos tendo um problema com uma guilda em específico de Riktus, mas como disse anteriormente, prefiro não citar nomes. Contudo, a Aliança de Bonta sabe da situação, assim como algumas outras guildas de Riktus. Gosto muito da diplomacia, sempre tento resolver as coisas na base da conversa. Acredito que hoje está tudo sobre controle.

  • Converso bastante com os líderes das guildas de todas as nações, só sinto ausência de Brakmar e Sufokia, pois não acredito que atualmente eles querem se envolver com algo.

Entendo... ultimamente tenho pensado em tentar pegar contato com os líderes de guildas também. Tenho alguns contatos, mas muitas guildas desconheço seus líderes - falar a bem da verdade.

Creio que agora seja o momento da pergunta bônus, preparado?

* Se mostra Ansioso*

Quem corta Bonta pra colher Brakmar, Sufokia Amakna será?

*Cara de desapontamento e confusão*

  • Amakna talvez, Sufokia, não creio.

Muito obrigado pela entrevista, Vince. Espero que tenha gostado tanto quanto eu.

Já passa da meia noite enquanto ainda nem comecei a escrever tudo o que foi falado. Espero que quem tenha lido também tenha gostado. Sou Noa D'Arca e esse foi mais um Entrevista com corvo. Té já!

Já escureceu e até mesmo as Arvoranhas já foram dormir.

*Algumas informações foram editadas a fim de ficarem mais claras, dinâmicas e divertidas*

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muito boa essa. xD vlw pelo info!

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Bem foda essa sua entrevista.

Sobre o governador, eu já tirei algumas dúvidas com ele (algumas até da raça cra) e ele procurou responder todas.
então, neh... me parece boa gente.

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