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[PROGRAMA] Entrevista com corvo 15/09/2014

Por Barlin#6260 16 Setembro 2014 - 02:24:46

Boa noite a todos!

Oferecimento Corvos de Efrim: Nós entregamos a sua mensagem.


Aqui quem fala é o Noa D'Arca. São 18 horas e estou aqui, estamos na Taverna de Amakna esperando meu filé de lambiscarneiro, a fim de entrevistar mais uma ilustre personalidade de Efrim em nosso TERCEIRO programa mensal!

Direto dos campos de Amakna, ele é um feca que marcou, literalmente, um Império nesses campos de trigo. Nada mais nada menos que ele, o Governador Be Ka!


Quando pedi lambiscarneiro mal passado esperava pelo menos que não tivesse coberto de lã - falei que ia denunciar vocês!


Bom dia, governador. Como vão as coisas?

  • Um pouco corridas, como sempre. rs


Que bom que consegui reservar um horário então, hehehe. Podemos começar?

  • Claro.


Primeiro uma dúvida que sempre tive. O seu nome, Be Ka tem algo a ver com a franquia Burgueir Keing, do consagrado Rei Allister de Amakna, da era Dofus?

  • Na verdade, vem dessa época, mas nada associado ao Rei Allister ou sua franquia em si. A muito tempo atrás, um dos meus tataravôs tinha o apelido de BK, que passou de geração em geração até o presente momento. Como o som sempre soou desse modo, e afim de evitar que me confundam com alguma abreviação de Rebeca ou algo do tipo, adotei sua sonoridade como apelido: Be Ka.


Quem diria! Possivelmente uma das famílias mais antigas de Efrim. Eu também tenho descendências desde a era do Dofus, só que... que? Tá bom, produção. Entendido. Não vou falar isso... não, estamos ao vivo! ... Tá bom... Eu não sou um dos entrevistados. Preciso mesmo repetir? ... Eu não sou o entrevistado.

Perdão - vamos à segunda pergunta: desde o início da política em Efrim você está como um dos chefes de Amakna. Porque Amakna? À que você atribui esse governo bem sucedido?

  • Sempre gostei de Amakna, seus campos verdes, sua agricultura... é onde eu me sinto feliz de verdade. Creio que o sucesso do governo é dar atenção aos cidadãos e uma equipe bem montada e comprometida, um bom sistema de leis, que mantenham os cidadãos felizes, e um compromisso com o ecossistema desde o princípio.


Aí sim! Próxima pergunta: Durante todo o seu governo, quais foram os maiores obstáculos que surgiram até então?

  • Com certeza foi no início, pois pegamos a casa muito bagunçada. Amakna sem governo e sem leis, o ecossistema todo uma bagunça... e depois, veio a dificuldade que tivemos entre Brakmar e Sufokia a respeito de Calamar. Mas agora, com o novo cenário de conflitos, não creio que tenhamos novamente esses problemas.


Entendo... já falei que documentei boa parte do ocorrido? E que...

Senhor Be Ka, poderia vir aqui um momento? É uma emergência...

  • Um segundo... posso me ausentar por um instante, Noa?


Opa, claro. Não se incomode. Aproveito para aguardar a troca do filé de lambiscarneiro e... Hey, tem mais dessa cerveja Amakniana? A produção vai pagar. Obrigado.

Algumas cervejas depois...


  • Pronto, podemos continuar?


Oe! Bêêêê-KÁ! Você *hick* poraqui? ... O que foi agora, produção? Ah sim, estava entrevistando ele... eu sei disso.

Voltando... senhor governador, o que te surpreendeu mais *hick* positivamente até o momento?

  • O empenho das pessoas, por mais que tenham muitos que só querem ver o caos e a confusão, existem muito mais que querem um lugar bom e tranquilo para crescer, evoluir e ser feliz. E vemos muito isso em Amakna. São poucos membros no governo, mas milhares que governam, somos uma verdadeira família.


Interessante isso...

*Encarando o filé de lambiscarneiro que acabou de chegar*


Que foi, produção? Não, estou bem. Não... não. Tá... Tá bom.

  • Está tudo bem? Se quiserem, podemos dar uma pausa aqui - assim eu resolvo mais uma coisa que apareceu. *aponta para a porta, com um guarda sinalizando algo*


Seria bom. A produção está com uns *hick* problemas técnicos. Continuamos daqui a pouco.


Foi então que vi o seu título e fiquei sóbrio rapidinho...


Pronto, peço desculpas pelas interferências, governador. De volta às perguntas: o que te afetou ou afeta negativamente, como membro de governo?

  • Então, acho que a falta de conhecimento. Algumas pessoas criticam sem saber, como o problema que temos tido com o clima - que infelizmente nosso Engenheiro do Tempo não consegue consertar. Algumas pessoas também não se comprometem em ajudar, prejudicando o equilíbrio dentre outras coisas...


Isso é complicado mesmo. A união faz a força, dizem os sábios... ou era algum tofu enraivecido? Não lembro... enfim, começando a cutucar feridas: Dizem que o seu governo permanece em pé por conta de uma máfia envolvendo a Cataclisma. Você gostaria de dizer algo a respeito disso, para aqueles que crêem em tal boato? Ou não seria um boato?

  • Não existe máfia, até por que a Cataclisma tinha membros de todas as nações. Isso só mudou depois da intervenção divina (do novo sistema de guerra). Creio que tenho permanecido no governo por ter feito um bom trabalho e o pessoal está gostando. Digamos que agora talvez eu tenha uma força para as próximas eleições, visto que a Cataclisma é aliada de Amakna. Minha família está no mundo dos doze a muito tempo, tenho muito conhecimento do que se passa em nossas terras à gerações, e acho que essa experiência que tem me mantido à frente de Amakna.


Justo. Próxima pergunta: antes da intervenção divina (atualização) ocorreu alguns problemas com algumas das nações citadas. E agora? Como anda a parte diplomática? Existe problemas? As nações inimigas, são inimigas mesmo ou existe um diálogo entre todas? Você... Oi? Sim, eu sei, uma pergunta de cada vez. Entendi, produção.

  • Então, sempre existe a política. A guerra é eminente, deve existir, mas a prova que exista um dialogo é que Bonta e Brakmar tem governadores que compartilham da mesma guilda (Empire) e que estão como inimigas. Decidimos pelas alianças de forma a ninguém sair prejudicado, com duas nações enormes contra duas de menor poder. Ainda não houve um diálogo com os Rikartus, pois eles ainda não conseguiram escolher entre si um líder - estão mais preocupados em atacar os cidadãos de outras nações.


Hmm... ouvi falar que não existe a possibilidade de governador Rikartus por conta da intervenção divina. Ao menos eu mesmo sou um Riktus e não sei o que é preciso para governar aquele cais - sim, temos um cais e nada mais. rs

E muitos Riktus vi reclamarem que também são alvos fáceis das nações e sem motivos aparentes.

Ontem mesmo sofri agressões depois que me tornaram fora da lei.

*Produtores balançando o braço freneticamente*


Porque me tornei fora da lei? Por plantar demais. Sim, o membro de clã me viu plantando umas árvores em Bonta e resolveu me apontar como mau-exemplo. E sim, os agressores riram disso. E sim, da próxima vez irei chutar umas pedras e xingar uns drago-expressos para dar motivo para o membro de clã safado sem-vergonha me colocar como mal exemplo.

Pronto, podem parar de balançar os braços, produção. Be Ka, teria algo a dizer para os Riktus a respeito dessa guerra? Ou para as outras nações em si?

  • Opa, o que eu tenho a dizer é: vamos curtir e respeitar o próximo. Existe agora uma política que foi acordada entre todos os líderes, então quem quer lutar, basta exibir suas grandiosas asas. Assim como quem não quiser, é só mante-las guardadas. Respeitem isso, assim então serão respeitados. Hoje mesmo, tive que atender uma queixa de um rapaz reclamando que seis indivíduos o atacaram enquanto caminhava por Bonta. Isso é reflexo do que alguns companheiros dele semearam, destruindo o ecossistema e agredindo pobres aprendizes de guerreiros.


Entendo... e para os foras da lei do acaso *aponta para si* ou da culpa, que não podem deixar suas asas escondidas, algum conselho?

  • Infelizmente esses são procurados pelo que fizeram, devem pagar como manda a justiça. Procurem se redimir junto aos generais das nações, para pagar pelo crime e voltar a serem cidadãos reintegrados na sociedade. (Na verdade não sei mais como deixa de ser outlaw, mas antes era falando com o comandante no quartel general da nação)


Sisi, buscarei tal informação. Até porque no momento estou sem acesso a Sufokia e à Brakmar por conta disso. Em Brakmar, colhi uma planta que tinha plantado e virei fora da lei (não vi a vontade do membro de clã) e em Sufokia, plantei muitos tubarões. rs

Mais uma pergunta antes de irmos às cartas dos curiosos: Ficamos sabendo através de alguns corvos e gralhas que você é um dos idealizadores da seita "feice bûk". Do que se trata essa seita? Precisa de algum ritual para participar dela?

  • O feice bûk, ou simplesmente feice para alguns, é um grupo para unir ainda mais os cidadãos de todas as nações. Nele, você fica por dentro de tudo que está acontecendo no Mundo dos doze -encontra amigos e compartilha fotos de suas caçadas e conquistas. É bem divertido e da até mesmo para fazer negócios e conseguir alguns kamas. Para se aliar basta ir no endereço a seguir e solicitar a um dos nossos representantes a participação que ele irá autorizá-lo. O endereço é esse aqui.


Interessantes... bom, sem mais delongas, vamos às cartas dos curiosos:
[blockquote]Shura Inc pergunta: A quantos mandatos você está no governo?

[/blockquote]
  • Olha, eu realmente não contei, mas como o governo muda a cada 15 dias e tivemos nosso primeiro governante a pouco mais de 2 meses, creio que seja meu quinto mandato - sem contar os "relâmpagos" que houveram na ultima semana por conta da questão política e das guerras.


Relampagos que você diz são as intervenções divinas ou alguma disputa mais forte de governo em Amakna?

  • Intervenções divinas. O governo foi reformulado três vezes na ultima semana.


Complicado mesmo...
[blockquote]Asas-noturnas pergunta: Quais suas futuras propostas de governo?

[/blockquote]
  • Bem, finalmente, depois de 2 meses, temos uma Amakna fluindo e estável. Temos agora que nos adaptar à nova realidade. Aparentemente, o Deus Aorocarac interferiu nas aleatoriedades, e os monstros tem deixado cair cada vez mais tesouros, fazendo com que seus preços diminuíssem drasticamente. Com isso, nossa arrecadação de impostos fica menor, mas ainda não consegui ver o impacto dessa mudança nos cofres públicos. Pretendo também dar uma melhorada no nosso exército, para estarmos mais preparados para as situações de combate e guerra. Também pretendo remontar meu corpo de governo.


Muito bom saber que as coisas não pararam com a estabilidade da nação. Por fim, temos mais uma carta:
[blockquote]Aegagrus pergunta: Asuka ou Rei?[/blockquote]Não sei que língua é essa, mas acho que ele acredita que você conseguirá responder sem problemas. rs

  • Asuka. *Riso de canto de boca*


*Soam os tambores*


Mas oi? Já, produção? Posso mesmo?
Chegou a hora da pergunta BO-BO-BOBO-BOBO-BONÚSSS!

Preparado, Be Ka?

  • Pode falar.


*Param os tambores abruptamente*

Se plantar Bonta em Brakmar e regar com Sufokia, da Amakna? Ou Riktus de tudo isso e fim?

  • Nossa... fiquei confuso... Mas acho que Amakna é a semente na verdade, desde o princípio das eras, antes do Ogrest. Amakna era o grande centro, dela surgiram as outras.


Muito bom! Espero que tenha gostado da entrevista - e me tragam mais cerveja Amakniana!!!

Sou Noa d'Arca, e esse foi mais um Entrevista com corvo! Até já!

*Algumas informações foram editadas a fim de ficarem mais claras, dinâmicas e divertidas*

Outras Entrevistas:
Druvon 10.08.2014
No Mercy 27.07.2014
 
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as entrevistas são uma vez por mês?

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Muito divertido!! Parabens.
happy 

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Então, na verdade eu gostaria de fazer semanal. Mas depois virou algo quinzenal, visto que depende da disposição de tempo minha e do entrevistado. E agora fui ver e saiu praticamente uma por mês, então já botei que era mensal - na pior das hipóteses.

Mas se for possível, tentarei manter a meta de uma por semana ou até mais. Veremos em que pé fica. rs

Att. Noa D'Arca

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