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Rastreadores Ankama

Diário dos Arqueiros de Efrim

Por ImiiYuki 22 Março 2018 - 03:32:39
[OFF - 21/03/2018]
Bom, eu realmente me empolguei lendo alguns diários e histórias criadas por alguns roleplayers, então resolvi começar uma espécie de diário, eu não vou postar todos os dias, pois não tenho tempo, mas quando der eu posto. Espero que eu consiga dar uma movimentada na comunidade de RP do Wakfu com isso.
Ao decorrer do diário eu vou tentar contar um pouco mais sobre a Faranni, se eu não conseguir, posso fazer algo direcionado a isso.
Nesse diário eu vou contar as minhas experiências com Wakfu de uma forma mais "roleplay", digamos assim, então se algo se tornar repetitivo ou houver algum tipo de erro (gramatical ou histórico), por favor me avisem.

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21 Martalo - Faranni

Uma das poucas coisas que não está confusa na minha mente é meu nome, Faranni, nome escolhido pela minha mãe, uma bela Cra, assim como o meu pai, apesar de não me lembrar exatamente do motivo. Eu acho que tive um sonho estranho, alguns chamariam de lembrança embaçada, mas isso eu deixarei para você decidir.

A primeira coisa de que me lembro é de ver uma luz, uma luz que me guiava até um determinado local ainda desconhecido para mim naquele momento, não era incômoda ou incandescente, era tão suave que parecia dançar por entre a escuridão que me cercava. Em um certo momento essa luz parou, foi a primeira vez que estive próxima a ela. Sorri, mesmo sem nenhum motivo aparente, foi quando essa luz começou a se intensificar, até revelar um estranho lugar.

Olhei a meu redor, havia muita areia e pouca vegetação rasteira por ali, o Sol, apesar de forte, parecia não queimar tanto quanto o normal, lembrava uma brisa quente de verão. Haviam alguns pequenos seres felpudos espalhados pela "ilha", que parecia flutuar no ar junto com outras maiores, eles devem ter uma vida pacata naquelas ilhas. Decido sair da pequena ilhota na qual me situava e pulo em direção a uma maior logo a frente, é quando escuto uma voz que parecia brigar com alguém, para por um momento, devo ou não ver o que estava acontecendo? Eu nunca fui de me intrometer em situações alheias, mas algo me dizia que aquilo seria necessário, sigo em frente até ver um rapaz com cabelos azuis reclamando enquanto andava em círculos.

- O que houve? - Pergunto em um tom de dúvida.
- Oirato escapou! - Ele exclama decepcionado.

Fico um pouco perdida, porém aos poucos, enquanto perguntava sobre o lugar onde nós estávamos, descobri que seu nome era Otomai, um sábio e experiente homem, cujo a idade nunca me foi revelada. Ele também me ajudou a encontrar diversas forças presentes em mim, forças que nem eu mesma conhecia, e juntos, nós conseguimos libertar as terras de Incarnam do Oiratom, o Externo.

Eu sei, isso parece ser loucura, mas sinto que isso foi um importante acontecimento em algum lugar desse mundo. Bom, acho que tenho que continuar isso amanhã, pois a vela ao meu lado já está prestes a acabar.

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[OFF - 22/03/2018]
Eu tô com muita raiva por que tive que reescrever tudo, porque eu sou burra e fechei a aba do navegador.
Não sei se o que estou fazendo está ficando bom, mas eu estou gostando. Talvez esteja monótono, porque eu jogo a pouco tempo, mas vou tentar por mais ação nesse diário.
- A descrição da casa dos Dindin foi inspirada no diário Escudos, Lembranças e Aventuras, de Epho (oarqueirovermelho) -

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22 Martalo - Faranni

Acho que deveria escrever esse diário enquanto ainda há luz do dia, mas eu estou tentando descobrir mais sobre a cidade de Astrub.

Ontem eu acordei num local estranho para mim e não lembrava como eu tinha chegado ali. Me levanto da cama e olho o ambiente ao meu redor, o quarto fica numa espécie de mezanino aberto que está acima do andar principal, ao descer as escadas me deparo com uma bela e simples casa, uma lareira, que fica abaixo de um troféu de caça pendurada na parede da escada, ao redor, caixotes guardam e apoiam os vários livros que não couberam na estante embaixo da escada, na cozinha, que exalava um maravilhoso cheiro de bife assado, temperos e utensílios estavam espalhados pelos armários e paredes, e no centro, uma mesa para duas pessoas.

Ouço a porta de entrada abrir e vejo uma senhora entrar na casa, ela sorri e me conta que me encontrou em frente a casa a alguns dias, jogada na pilha de moedas de seu marido, e que eu só havia acordado agora, ainda estou surpresa por não lembrar o que havia acontecido para eu ter chegado ali. Após algum tempo conversando, a Vovó, foi como me pediu para chama-la, se lembrou que deveria entregar um Saco de Viagem para seu marido e me perguntou se eu poderia fazer aquela tarefa. Aceito, era o mínimo que eu deveria fazer para lhe agradecer por tudo que ela fez por mim.

Pego o Saco e saio da casa, logo me deparando com um senhor sentado no topo de uma enorme pilha de moedas douradas, que refletia o imenso brilho do Sol. Me aproximo e me apresento, logo lhe entregando seu Saco de Viagem, mas ele não aceitou, disse que já não precisava dele e disse que eu poderia ficar com o mesmo. Sorrio e agradeço pelo que o Mestre Dindin, que havia se apresentado anteriormente, me deu.

Após algum tempo conversando, descubro que ele, assim como eu, tem um ótimo gosto para aventuras e missões, e logo acabo me aventurando em uma incrível jornada. Sala de Treinamento dos Mercenários, foi onde o Mestre disse que eu deveria começar a minha jornada, lá eu conheço o Cavaleiro de Astrub, um nobre rapaz com grandes valores, que me mandou para uma missão.

Saio da Sala de Treinamento e me encontro perdida, pois ainda não conhecia tão bem a cidade, vou até a porta de uma taverna, onde se encontrava um pequeno grupo de Pandawas conversando, pergunto onde fica a Serraria de Astrub, que era o local onde eu deveria ir. Após receber a minha resposta, sigo até a Serraria, que por sinal, é bem distante da cidade. Abro a porta e entro na Serraria, seguindo até o seu porão, onde encontraria os ratos que minha missão pedia para derrotar, não foi uma tarefa difícil, na verdade até havia pensado anteriormente que seria algo mais difícil. Saio do porão enquanto tiro o pó das minha roupas (aquele porão estava imundo), logo seguindo até a casa do Mestre.

Acabei recebendo outra missão, ir até a Reserva dos mercenários buscar o meu equipamento, porém acabo descobrindo, ao chegar lá, que aquele lugar havia sido tomado por estranhas plantas que tentaram me atacar por todo o caminho até o baú de equipamentos, acho que ainda devem ter galhos presos entre os fios arroxeados dos meus cabelos.

Acho que por hoje é só, devo continuar amanhã a contar o que fiz após falar com o Mestre Dindin, mas agora o sono já é grande.
 
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Olá, Faranni o/Eu gostei muito do jeito que você conta as histórias do Wakfu no seu diário! Gostaria de ler mais de suas aventuras.

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Achei legal, mas seria massa mais ação nas lutas. (mesmo com ratos)

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Incrível, ImiiYuki!

Tudo bem se considerar que estou revivendo o túmulo de seu tópico, mas espero realmente que não se trate de um. Dediquei um pedacinho desta tarde de sábado para ler novas e reler antigas histórias e entradas de diário como a sua. Sempre curti muito a modalidade de roleplay nos jogos, não pude evitar!

Sua história me capturou. Inclusive, vendo como você a organizou, me lembrou muito a de um cara no fórum brasileiro de Dofus, o outro jogo da empresa. Você com certeza o conhece (o jogo), não? Ele costumava fazer as entradas com algumas imagens e separava decisões para os que comentassem. Decisões como, ''Deveria aceitar a recompensa por completar a missão?'' ou ''Devo seguir minha profissão de fazendeiro e abandonar os pensamentos alquímicos para os mais estudiosos?''. A opção mais levantada com votos seria fatalmente o próximo capítulo da saga do personagem daquele jogador. Uma ideia animal!

Mas eu não quis comparar a sua, pelo contrário. Pessoalmente gostaria que você a revivesse, pois alguns leitores sequer chegam a criar uma conta aqui pelo fórum. As coisas por aqui são bem silenciosas, não é muito movimentado quanto aparenta no menu de início. Quer dizer, em algumas épocas do ano mais do que em outras? Não sei.

Continue aí! Quero ler mais as de qualidade como a sua. Mas eu queria citar o que o Igol falou ali em cima:

lgol|07/04/2018 - 18:27:28
Achei legal, mas seria massa mais ação nas lutas. (mesmo com ratos)

Bem, eu também senti falta de uma ação. Você podia usar isso como combustível para as próximas, quem sabe? Manda brasa e... espero que volte do lugar onde você se meteu para ler meu pedido!
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aaaaa eu estou sorrindo muito com essa mensagem!

Fico realmente muito feliz sabendo que você gostou de como eu escrevo! Nunca imaginei que alguém iria gostar tanto tongue.

Eu parei de jogar Wakfu, acho que ele perdeu um pouco da graça que ele tinha para mim antes, ou simplesmente pelo fato de eu jogar sozinha, o que é um pouco cansativo as vezes, por isso também parei de escrever o diário, pois ele era como um diário realmente, eu escrevi o que havia me acontecido naquele dia.

Eu havia pensado que se eu "descrevesse" a cena de ação talvez ficasse um pouco cansativo ou repetitivo, mas fico feliz em saber que não. Talvez um dia, caso eu resolva voltar a jogar (provavelmente irá acontecer, pois eu realmente gosto desse jogo), eu também volte a narrar as aventuras da incrível (ou nem tanto), Faranni Dunhall laugh.

Novamente agradeço sua mensagem smile.

(você poderia me dizer o nome dessa história que você disse que parece com a minha?)
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