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[Participações - Texto] Parada elementar: 4 concursos em 1!

Por [Ankama]WAKFU - ADMINISTRADOR - 02 Setembro 2020 - 16:04:23
AnkaTracker
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Durante uma tempestade vinda do Monte Zinite cool  meus bravos amigos e eu subimos a montanha sem temer o que havia pela frente.. Chegando-la nos deparamos com Karli matamos ela e voltamos embora wickedwicked​​​​​​​wicked​​​​​​​wicked​​​​​​

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Eu me lembro como ontem, afinal de contas sofrimento grande não se esquece...
Era uma tarde ensolarada na vida real, já no game havia muita neve. Eu e alguns amigos decidimos fazer o calabouço Pote de Quibom. Até aí estava tudo bem, tudo lindo... eis que chegamos ao grande e temido boss. Após limpar a sala nos deparamos com o dilema: como matá-lo?
Após buscar em nossas mentes, recordamos da mecânica: retirar Pontos de Ação.
Osamodas, Eniripsa, Sacrier, Ecaflip, Sram e Steamer. Sim, essas são as classes que sofreram naquele dia. Infelizmente, os 150 caracteres possíveis para esse texto não conseguirão resumir tanta demora, dor, sofrimento e dano que o chefe do calabouço nos deu. No final das contas, 1 hora de confronto com o boss e 6 players nível 130 traumatizados.

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Me lembro de quando estava upando na Ilha de Moon com meu noivo, e pegamos uma horda de jacarés. Começamos bem, mas nos enrascamos e os jacarés nos cercaram, foi por um triz, 3 rodadas presos sem mobilidade quase nenhuma e PA reduzido a quase metade! Ate que consegui separar um dos xamã e curar o ecaflip e o cra do meu noivo, conseguimos driblar os jacarés e matamos todos! Fiquei muito nervosa KKKK biggrin

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Comecei a jogar wakfu porque estava procurando um game furry ecchi no facebook no qual tava rolando um evento que recebia até um pet gratuito, "o kome-kon", o qual uso até hoje. Eu queria a mais furry ecchi então escolhi a classe Ecaflip, e de inicio em incarnam encontrei uma pessoa que me ajudou no jogo até eu conhecer o sistema de profissões, encontrando emojis, tirando duvidas, e conversando sobre os assuntos mais diversos e até mesmo filosóficos, com o tempo nos separamos pelas nossas diferenças ideológicas. Foi um caminho de separação suave, e a união a uma nova Guilda, uma onde senti um verdadeiro vinculo e carisma e aprendi a upar profissões. Fiquei fascinado com aquele mundo que ti ensinava a replantar e cuidar da natureza e que você pode fazer muitas boas amizades. Dali pra frente fui até o anel de colheita a líder daquela guilda.

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Lá estava eu: observando o mesmo cenário intenso e desafiador de WAKFU. 5 anos de jogo e jamais havia me deparado um com um desafio tão complexo como o Covil de Kali. Foram diversas tentativas, composições, táticas... somente eu, e um amigo. Muitos devem estar se perguntando: "Uma dungeon de level 156, onde tá a dificuldade?" NOS JOGADORES! Aquela mulher tem o poder de entrar na sua mente e fazer com que você sempre caia nos glifos! A parte boa de tudo isso é que tentamos fazer diversas vezes sem pegar alguma dica de mecânica. PORÉM em um belo dia ensolarado de astrub decidimos tentar mais uma vez, seria nossa última tentativa, usando toda a capacidade do nosso cérebro e pasmem amigos, nós passamos!


Na verdade... não. Mas a ideia de contar essa história é só motivacional porque eu tenho certeza que a minha aventura não está no fim.
ESPERE POR MIM, DONA KALI!

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Essa é uma história de muito tempo atrás... um jovem osamodas desbravava a ilha gelada de Bergue, até que... alto lá! Uma descida? Para onde leva? Quando desceu, uma fauna de esquisitões se apresentou a ele, um padre com aparência cadavérica (certamente era fome) e o palácio da querida Missizsiz Frizsesz (ou coisa parecida). Enquanto se preparava para a épica batalha contra 'você sabe quem', em seu palácio, uns sujeitos que marchavam sob a bandeira de uma antiga, e extinta, guilda o agrediu e o assassinou. Não foi só uma, ou duas, ou três, ou quatro, ou... foram muitas vezes. A ele veio em pensamento:
"Vocês, cumplices dessa cruel barbárie,
Armados com adagas e cobiça de sua guilda sombria e imunda...
Armas, vingança e morte.
Oh deuses da vingança,
Ao destino do infortúnio, AVANTE,
Mil feridas,
Mil mortes,
Inflija!"

(Isso é o que se passa na cabeça de um adolescente).
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Eu estava no nível 131.
Eu nunca vou esquecer, NUNCA!
Um inimigo invísivel e que escolhe te atacar nos momentos mais vulneráveis.
Lá estava eu, pobre e sonhador, farmando itens e equipamentos, em especial fragmentos de solomonk com meus companheiros.
O que eu não esparava, era conseguir dropar um solomonk da própria Miss Frizz! Sim! SIM!
Eu não acreditava, estava em minhas mãos, eu conseguia tocá-lo, já era capaz de sentir a aura fluindo em meu corpo!
QUANDO ACONTECEU!
O ROLLBACK ATACOU!
Tudo se foi, meus kamas, meus fragmentos, meus itens, meu doce solomonk, e com ele se foi toda a alegria que ainda habitava em minha alma.
Eu sei que o Rollback ainda vaga no mundo dos doze e continua a espreita.
Esperando o momento perfeito.
Para roubar o sorriso de jogadores inocentes.
 

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Pontuação : 1
Bom dia a todos s2 , recentemente passei por uma história explosiva : Foi esta semana, eu estava sozinho em uma tarde calma nos esgotos de Astrub , eu era(É ainda sou) iniciante  é mesmo sem ter missão alguma eu resolvi lutar com uma larva mini boss , Dartífica , a explosiva (Por falar em uma historia explosiva não é mesmo ?) , a princípio foi fácil porém depois de um tempo começou a se dificultar cada vez mais devido a uma passiva do mini boss que era basicamente colocar uma quantidade infinita de filhotes que tiram pontos de movimento por ataque , eu consegui lidar bem com as larvas normais porem passado algum tempo havia muitas larvas filhotes e por mais que eu matasse varias elas sempre voltavam  e nisso a batalha provavelmente passou de 3 HORAS! Eu passei muito tempo como se fosse uma luta sem fim já quando finalmente tinha chance de atacar a Dartíficia ela recuperava muita vida , porem diferente de uma batalha entediante esta batalha foi lendária , embora eu tenha perdido :c .

-Thelorius , o Steamer que perde tempo em batalhas nada a ver.
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Pontuação : 37
Um relato de aventura trazido por Nerumi, uma Ecaflip sem sorte.

"Não a muito tempo atrás, quando ainda era uma aspirante a coureira, decidi enveredar pelo Domínio Selvagem em busca de material para fabricar cintos e botas.  Durante essa jornada avistei uma caverna, o antro do Grande Papatudo Selvagem. Consumida pela ganância  que quase me transformou em uma Enutrof, decidi invadir a caverna e saquear os recursos. Para minha surpresa fui avassalada e mandada de volta pra Bonta a pontapés, ou melhor chifradas. Tomada pelo desejo de vingança me aliei a duas heroínas, Gypse a jovem Enutrof e Mizau, a Cra medrosa. Estávamos quase a beira de uma nova derrota quando, por um milagre, um dado saltador seguido de um refinamento e de uma flecha destrutiva, acertaram pontos críticos no papatudo fedorento. Conquistamos a vitória, mas é claro que Gypse ficou com a maior parte das riquezas que conseguimos. rolleyes"
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Pontuação : 1

Eu com meu Iop lv 150, tinha acabado de morrer e ainda estava com Dor Mência, resolvi minerar nas minas de sufokia, e acabei puxando uma batalha sem querer com um único mob 20 lvs acima do meu, eu tentei segurar a batalha criando shield, desesperado pq não queria morrer de novo, meu mascote estava com 3 de HP, fiquei correndo de um lado pro outro tentando colocar estandarte e pulando dando ataques curtos pra que sobrar PM e PA, durou MUITO tempo, correndo de um lado pro outro tentando achar um jeito de sobreviver, ganhei no cansaço, saí do jogo, e fui dormir pensando nos meus atos de não ter comido pão antes de entrar nas minas.

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Pontuação : 2
Era um campo de pvp lv max 110 eu era/sou lv 100,eu estava la para pegar uma reliquea a pip oca,porem eu nao fui la so pra ficar parado olhando os outros batalharem( era a grande escolta) e la vai eu indo batalhar contra os miliciano ate que chega uma hora que eu resolvo pega o bust e enfrenta 2 miliciano (eu tava de iop) eu batalhei um pouco ate que a minha vida ficou baixa ai entra o desespero e sorte e estrategia (eu uso um arco por causa de uma passiva por causa de pa etc...) eu resolvo virar o iop arrow e sai atirando neles ate que eles ficacem com pouca vida e eu fui la e derrotei os 2 eu terminei o combate.(foi mais ou menos assim nao lembro de muitos detalhes mas e verdade)
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Pontuação : 3

Fui fazer UB as 3 horas da manhã e olha no que deu...
A cerca de 1/1,5 ano atrás eu e alguns amigos guilda tinhamos acabado de fazer o amilkar e o corvo negro no embleminha, era umas 3 horas da manhã e decidismos fazer mais uma UB emblemado (o que pode dar errado?) então fomos atrás do famigerado paparog era a ultima tentativa da semana então todos estavam determinados, a luta estava difícil e todo mundo estava tenso na call, até que uma pessoa para de responder totalmente do nada, e ela estava com 2 personagens ou seja nós tomamos um CORO, no dia seguinte a gente descobre que o cara dormiu no meio do Paparog.

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Pontuação : 53

Há muito tempo atrás uma dupla de amigos, o Debi e o Loide – dois novatos, estavam se aventurando por Wakfu e passando os seus níveis. Até que tiveram a ideia de entrarem um calabouço de uma terra árida: o calabouço cacterra. Debi estava refinando sua jogabilidade com osamodas, e loide era um sram suicida e destemido, não tiveram lá tanta dificuldade em passar das fases que antecedem o boss. Mas, chegando lá após limparem todos os demais companheiros do boss cacto, Debi – o primeiro que atacou o boss, percebeu que ele não tomava dano. Novatos que eram, nenhum deles se atentou a mecânica do boss e ali ficavam chicoteando, rugindo fogo, atacando com foice pelas costas por um bom tempo. Até que Debi morreu, não contente Loide persistiu em tentar fazer algo, mas acabou apenas traumatizado e com o corpo cheio de espinhos.- É alguém deveria ter avisado.

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Pontuação : 49
Os Corvocs grasnam no campo de batalha da Corvocaverna. Mirae, uma Cra recém encarnada, atrapalha-se com a ordem das flechas, e acaba por passar o turno sem atirar. Os pássaros negros observam através das sombras, famintos. Antes do ataque, sua mentora intervém. Asuramaru lança Sacrifício, magia cujo efeito redireciona o dano infligido à sua aprendiz para ela mesma. Mirae faz o que bem entende pelo resto do combate, confiante na proteção do feitiço. O dano se acumula na Sacrier, os pontos de vida descem cada vez mais. Num momento crítico, o chefão reflete o ataque de Asuramaru, deixando-a à beira da morte. Ela pede ajuda para finalizá-lo. A arqueira, distraída, acerta outro inimigo, resultando no K.O de sua mentora. O jogador controlando a Sacrier imediatamente desloga, e sai da chamada. A Cra fica sozinha na caverna, à mercê dos olhares maléficos dos corvos.
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Pontuação : 4

Era mais um dia normal na quest do Mod’Ulo desta vez ele pediu para o nosso destemido grupo se aventurar pelo Mausaoléu lar da Viktoria Franz Kenstein nas terras de Dezist, após derrotarmos todos os zumbizarros a Viktoria entrou em fúria e matou todos do nosso grupo menos o tenaz huppermago. Nessa batalha de 1 contra 1 todos os conhecimentos de huppermagia despertaram o poder oculto de Quake o mestre dos elementos, Viktoria não conseguia nem ultrapassar o muro de energia até finalmente se reunir com seus familiares na cova novamente. O importante é nunca dezistir.

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Pontuação : 19

"Eu e meu querido esposo logo que começamos a estudar o poder do Wakfu fomos nos aventurar nesse mundo dos doze e acabamos caindo de cabeça dentro do calabouço papatudo, porem na época não entendiamos muito sobre como não sofrer uma morte drástica e pulamos de cabeça com pouca destreza e estudo erámos o antigo poderes do Feca - (EU) e meu amado esposo Eliotrope (*santo portal* -sqn), então vamos la matamos todas papatudetes "ph34r" e fomos chegando cada vez mais perto do filhote de papatudo de meia tonelada com uma coroinha na cabeça. Enfim fomos tentar a batalha determinados em ganhar, tudo dando certo com a paradinha deproteção, tudo dando certo com os portais. Até que por um pequeno tropicão(-PM) do Eliotrope todo nosso sonho de vitoria encerrou com sua trágica morte! Graças ao Deus Eniripsa e ao Ken.ko meu marido está comigo hoje! E não desistimos continuamos a batalha e tivemos nossa vingança." - Memorias de Navida e Voja

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Olá pessoal, 

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Agradecemos a todos pela participação.