FR EN ES PT
Procurar nos fóruns 
Rastreadores Ankama

Boss Smasher: Um Carvalho do barulho

Por [Ankama]WAKFU - ADMINISTRADOR - 17 Setembro 2019 - 16:30:00
AnkaTracker Notícias

Era uma vez uma árvore bem diferente das outras... Ela era grande, forte, majestosa e... Espere um pouco. Vamos recomeçar desde o início? Desde o início mesmo... INÍCIO. OK? Então vamos lá. Era uma vez uma mudinha bem diferente das outras...

Ela era minúscula, frágil, quase banal... Uma mudinha que se parecia com milhares de outras na floresta. Ela se misturava perfeitamente à vegetação. Ninguém podia imaginar como uma coisinha tão delicada iria evoluir. Ninguém podia adivinhar que ela marcaria a história do Krosmoz. No entanto...

Foi no meio da Floresta dos Arvraknídeos que essa mudinha decidiu plantar raízes. E, pode crer, quando uma árvore elege domicílio em algum lugar, é para sempre! Bom... Era o que as pessoas pensaram durante muito tempo. Mas sempre há uma exceção que confirma a regra, né?

Ao longo do tempo, a mudinha se tornou um caule. Desse caule nasceram brotinhos que, por sua vez, deram origem a folhas. O caule se tornou um ramo, que virou um arbusto, que se transformou em um tronco. Depois, as folhas se multiplicaram cada vez mais, tornando-se cada vez mais fortes... E ornando o resistente tronco com uma maravilhosa copa, densa e folhosa. Em apenas alguns anos, uma árvore robusta e inabalável passou a erguer-se altivamente no meio da floresta.

O Arvraknídeo vivia dias felizes e calmos com seus semelhantes. O vento acariciava sua folhagem. Os esquilos faziam cócegas em sua casca. Os pássaros cantavam ao pé de seu ouvido. E às vezes até um aventureiro ou outro pegava no sono encostado em seu tronco. Mas sua vida não era nem um pouco monótona. Muitas vezes, a árvore presenciava acontecimentos que a tiravam de sua rotina cotidiana. Às vezes, um namorado apaixonado vinha gravar o nome da amada em sua casca. A árvore deixava então escorrer sua seiva por seus cortes, sem se deixar abalar, apesar da dor. Ela também assistia a duelos de Araknes, que perseguiam umas às outras de folha em folha. Sua altura também lhe dava a vantagem de ter uma vista imperdível de tudo o que acontecia no Mundo dos Doze. Um espetáculo ora divertido, ora fascinante, ora dramático. Mas do qual ela nunca enjoava!

Porém, o que a árvore apreciava acima de tudo era a capacidade que ela tinha de, involuntariamente, proteger os outros. As crianças que acabavam se perdendo e sendo surpreendidas pela chuva ou tempestade vinham procurar abrigo debaixo de suas folhas. Os Miaws que eram perseguidos por Awaws pulavam de galho em galho, refugiando-se lá no alto. Sem falar dos Tofus que faziam ninho ali para dar cria.

Se ela soubesse que um dia se tornaria símbolo máximo de “proteção” ao salvar de uma morte certa (e horrível: por afogamento) uma jovem Sadida que tinha adormecido em cima de um galho... Se ela soubesse que um dia esse ato de bravura, de puro altruísmo, a levaria simplesmente a arrancar suas raízes da terra! Mas isso só deveria acontecer bem mais tarde...

Seja como for, essa vontade de ver o mundo de outra forma e sair de sua zona de conforto já existia desde sua mais tenra infância, embora ela a ignorasse... De fato, dizem que a árvore, quando ainda era uma “minimuda”, já havia transgredido a regra primordial da comunidade Arvraknídea:

NÃO TE DESENRAIZARÁS.

Naquela época, suas raízes eram tão moles quanto um Sadida ao despertar... Portanto, ela não teve a menor dificuldade em retirá-las delicadamente do solo, fazendo-as simplesmente deslizarem feito minhocas pelos túneis cavados na terra fofa.

Assim, com seus poucos centikametros, a mudinha já tinha se aventurado pela natureza luxuriante. Obviamente, ela quase já tinha sido devorada ou pisoteada pelas criaturas da floresta várias vezes. Diz a lenda que uma estrela da sorte veio ao seu encontro para colocá-la novamente no caminho certo. Uma alma benevolente chamada Silvosse...

“Ora, ora! O que você está fazendo aí, jovem? Com as raízes de fora!

– Estou visitando a floresta, meu senhor... Há tantas árvores por aqui! Eu contei todas elas!

– Ah, é? – respondeu Silvosse, achando graça.

– Ahan! A mudinha esticou suas raízes e começou a contar em voz alta. Uuum, dooooois, trêêêêês, quaaat...

– Desculpa interromper, mas... por que você não ficou lá quietinha com os seus semelhantes? Sabe, a floresta pode ser perigosa para uma mudinha indefesa feito você.

– Não sei... O senhor não acha uma pena ter raízes e não poder usá-las?

– Aaaah, mas você as usa todo dia. Só que não se dá conta. É graças a elas que você vai virar um vigoroso Arvraknídeo mais tarde! Elas lhe permitem extrair da terra toda a energia necessária para o seu crescimento...

– É, eu sei, mas... era um tédio ficar lá parada. Além disso, eu ouvi uns barulhos esquisitos. Uns rangidos pela floresta toda!

– Hahaha! É natural, jovem! É a floresta! Você faz parte dela... Você e todos os seus amigos Arvraknídeos.

– E depois... Ouvi um grito. Tinha alguém precisando de ajuda. Mas eu não encontrei ninguém. Fazia ‘uuuu, uuuu...’!”

Silvosse abriu um sorriso enternecido.

“Sem dúvida, uma coruja, jovem...

– O senhor já viu o que tem depois da floresta?

– Claro. Um mundo maravilhoso. Mas você ainda é muito frágil para poder explorá-lo. Mais tarde, quando seu caule tiver crescido o suficiente e você atingir vários kametros de altura, poderá admirá-lo com os próprios olhos.

– O senhor quer dizer que... Eu serei tão grande quanto aquele ali? – perguntou a mudinha, apontando o dedo para um Arvraknídeo gigantesco que estava ali por perto.

– Claro! E terá uma vista fantástica desse mundo que tanto intriga você... Poderá ver o que ninguém mais vê. Mas, por enquanto, você precisará ter um pouco de paciência e, principalmente, voltar para o lugar de onde veio e plantar suas raízes ali novamente. Pode fazer isso?”

A mudinha fez que sim obedientemente. Silvosse a acompanhou e ajudou a colocar as raízes no lugar novamente. O protetor do mês de flovor sabia que aquele Arvraknídeo era especial. Ele provavelmente voltaria a cruzar seu caminho no futuro...

O Carvalho Mole seguiu os conselhos do Mestre das Mudas, e o mínimo que se pode dizer é que ele cresceu muito desde então! E aí, preparado para enfrentar o Boss Smasher de setembro?

Reações 3
Pontuação : 295

o bixin dificil de matar

0 0
Pontuação : 764

dificil de matar o senhor carvalho.

0 0
Pontuação : -9

Ankama a favor do desmatamento na amazônia ;-

0 0
Comentar neste tópico